DOENÇA MPOX ( alerta)

Doença Mpox 

O CRESCIMENTO DA DOENÇA NO BRASIL 

​O estado de São Paulo acendeu o sinal de alerta para a saúde pública ao registrar 44 casos confirmados de mpox apenas no início de 2026.

Até o momento, o estado já contabiliza 171 notificações totais neste ano; além dos 44 diagnósticos confirmados, o sistema de saúde monitora 62 casos suspeitos, enquanto 53 foram descartados, 11 permanecem sem informações detalhadas na plataforma oficial e um é tratado como provável. 

 2025 encerrou seu ciclo com 422 confirmações e 1.943 notificações em solo paulista, o que demonstra uma persistência da patologia. Desde que o vírus foi identificado pela primeira vez em São Paulo, no ano de 2022, o acumulado histórico atinge números expressivos: são 6.048 casos confirmados e 26.498 notificações totais, com registro de três óbitos.

TRANSMISSÃO 

A transmissão do Mpox ocorre, principalmente, através do contato direto e próximo com uma pessoa infectada. Diferente da Covid-19, ele não se espalha tão facilmente pelo ar; exige um contato mais íntimo ou prolongado.
​Aqui estão as principais vias de contágio:
​1. Contato Pele a Pele (A mais comum)
​O vírus está presente em grandes quantidades nas feridas e fluidos das bolhas.
​Toque direto: Abraços, beijos, massagens ou relações sexuais.
​Relações sexuais: Atualmente, esta é uma das principais vias de disseminação, devido ao contato íntimo e prolongado com as lesões nas áreas genitais e anais.
​2. Contato com Objetos Contaminados
​O vírus pode sobreviver por algum tempo em superfícies que tocaram as feridas de alguém infectado:
​Roupas de cama e toalhas: O uso compartilhado desses itens é um alto risco.
​Utensílios: Pratos, talheres ou dispositivos eletrônicos manuseados pela pessoa doente.
​3. Gotículas Respiratórias
​A transmissão pode ocorrer por meio de saliva ou secreções respiratórias, mas geralmente exige:
​Proximidade prolongada: Conversar cara a cara por muito tempo ou beijar. O Mpox não costuma "flutuar" no ar por longas distâncias como a gripe ou Covid.
​4. Outras formas
​Transmissão vertical: De mãe para filho durante a gravidez (via placenta) ou durante o parto.
​Transmissão animal-humano: Mordidas, arranhões ou manipulação de carne.

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